Daniel Teixeira/Estadão
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Com semana cheia e sob pressão, Ceni pode ter novidades para escalar São Paulo

Argentino Jonatán Gómez já vai treinar com o grupo e, dependendo da documentação, poderá estrear

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

26 de junho de 2017 | 11h46

O São Paulo está há cinco partidas sem vencer, igualando sua pior sequência no ano, mas com resultados piores. Se em março o time teve quatro empates e uma derrota, agora a situação dos confrontos mais recentes é de três derrotas - para Corinthians, Atlético-MG e Atlético-PR - e dois empates (Sport e Fluminense).

Para piorar, o time tricolor vai enfrentar na próxima rodada o Flamengo, fora de casa, no domingo. O aproveitamento da equipe como visitante neste Brasileirão é muito ruim e o sinal de alerta já está ligado pois um novo resultado negativo aumentará ainda mais a pressão sobre jogadores, diretoria e técnico Rogério Ceni.

"Temos de trabalhar. São cinco jogos sem ganhar e o São Paulo, como time grande, não pode passar por essa situação, brigando na parte de baixo da tabela. Temos time para estar na parte de cima", afirmou o volante Thiago Mendes, que entende as críticas que estão sendo feitas ao clube.

Nesta segunda-feira, os jogadores ganharam folga (que já estava na programação inicial da semana) e voltam aos treinos na terça-feira. Depois de quase um mês, a equipe volta a ter uma semana livre para treinos, com o duelo com o Flamengo apenas no domingo, no estádio Luso-Brasileiro, na Ilha do Governador. O técnico Rogério Ceni vai tentar consertar as coisas para o time voltar a vencer.

O meia argentino Jonatán Gómez já vai treinar com o grupo e, dependendo da documentação, poderá estrear pela equipe. Além dele, existe a expectativa dos anúncios oficiais do zagueiro Robert Arboleda e do volante Petros. Todos eles vão depender de documentação para poderem estrear.

"Temos de trabalhar todos os dias para moldar o time e conhecer os jogadores que estão chegando. A diretoria se esforça para dar as opções. Algumas vendas são impossíveis de segurar porque, quando um atleta quer ir embora, é difícil segurar o ímpeto do jogador para o presidente e para o diretor de futebol. Não dá para segurar quando atleta quer", comentou Ceni.

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