Com táxis, palmeirenses ganham história para contar

Os jogadores do Palmeiras precisaram chegar de táxi ao Palestra Itália para o jogo de terça-feira, contra o Noroeste, porque o trânsito pesado em São Paulo impediu que o ônibus contratado chegasse ao hotel onde o elenco estava hospedado, na região da Avenida Paulista, a cerca de 3 quilômetros do estádio. Uma história que vai entrar para o folclore do time.

AE, Agencia Estado

18 de março de 2009 | 13h22

"Foi engraçado, pois o trânsito estava totalmente parado e a polícia só deixava a gente passar. Teve um pessoal nos outros carros que ficou irritado", brincou o atacante Keirrison. "Esse é um daqueles acontecimentos que a gente vai lembrar quando parar de jogar", completou o meia Diego Souza.

Foi a segunda vez que o Palmeiras usou um transporte "alternativo" neste ano. Na seletiva para a Libertadores, o time viajou em caminhonetes de luxo para sair de Sucre e Char a Potosí para enfrentar o Real Potosí, numa forma de driblar a altitude de 4 mil metros acima do nível do mar.

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