Reprodução/Twitter
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Com técnico Thiago Larghi sob pressão, Goiás recebe o líder Internacional

Substituto de Ney Franco, técnico comandou o time em três jogos do Brasileirão - perdeu para Corinthians e Sport e empatou com o Coritiba

Redação, Estadão Conteúdo

13 de setembro de 2020 | 16h34

Apesar de ter sido contratado há 20 dias, Thiago Larghi já balança no comando do Goiás. E o jogo que vai definir o futuro do treinador é simplesmente contra o líder Internacional, neste domingo, às 18 horas, na Serrinha, pela décima rodada do Brasileirão.

Substituto de Ney Franco, Larghi comandou o Goiás em três jogos do Brasileirão - perdeu para CorinthiansSport e empatou com o Coritiba - e na derrota por 2 a 1 para o Vasco, o que culminou com a eliminação na Copa do Brasil nos pênaltis.

Os resultados negativos, aliados ao desempenho ruim, fizeram o presidente Marcelo Almeida pensar em nova troca na comissão técnica em caso de um tropeço neste domingo. Ainda mais que o Goiás vai folgar na próxima rodada, porque o jogo contra o Flamengo foi adiado.

Após o empate com o Coritiba, por 3 a 3, na última quarta-feira, que manteve o time na lanterna com apenas cinco pontos, apesar de ter dois jogos a menos, Thiago Larghi havia deixado claro que o ideal seria conseguir repetir a escalação.

"É preciso repetir esse time para dar condição de jogo, ter um time competitivo e vencer as partidas que a gente tanto espera. O grupo e a comissão técnica estão trabalhando no dia a dia para sairmos o mais rápido possível dessa situação que tanto nos incomoda", afirmou o treinador.

Mas isso não será possível. O zagueiro Rafael Vaz foi expulso contra o Coritiba, enquanto o atacante Victor Andrade recebeu o terceiro cartão amarelo. Desses, apenas o defensor vinha sendo titular e Fábio Sanches deve ser o substituto.

O presidente Marcelo Almeida está preocupado com a situação do time, na lanterna da competição com apenas cinco pontos, porém, com dois jogos a menos 7 a 9 - que a maioria dos concorrentes.

"O Goiás tem me roubado tempo, saúde e amigos, porém, me devolveu outras coisas importantes como eu poder conhecer mais a essência do ser humano. O futebol não é para pessoas sérias", desabafou o dirigente.

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