Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Com uma partida a cada três dias, Corinthians sofre com 'maratona' de jogos

Equipe alvinegra teve 67 horas de diferença entre o jogo do meio de semana e o deste sábado

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

19 de agosto de 2018 | 08h50

O Corinthians está sentindo o desgaste da maratona de jogos. Desde o retorno das competições após a parada para a Copa do Mundo, o time não teve uma semana livre para treinar e, para piorar, disputou dez partidas no período de um mês, ou seja, um jogo a cada três dias. Isso porque, além do Brasileirão, o time está vivo na Copa Libertadores e na Copa do Brasil.

"O que tem para ser feito é complicado, pois já temos um jogo na quarta-feira. Foram 67 horas entre o jogo de quarta, contra a Chapecoense, e o jogo deste sábado, contra o Grêmio. Seria bom se pudéssemos treinar, então temos de ganhar confiança na base da conversa. Não tem muito o que fazer além de fortalecer a confiança", comentou o técnico Osmar Loss.

Mesmo assim, ele evita colocar a culpa no cansaço e na falta de treino para justificar a derrota de sábado para o Grêmio por 1 a 0. "Até porque o Grêmio jogou no mesmo horário que a gente no meio de semana. É um time mais entrosado, com a mesma base desde o ano passado, perdeu poucos jogadores, então tem mais facilidade. O treino não faz tanta diferença para eles", comentou.

Para quarta-feira, quando o Corinthians enfrenta o Fluminense, no Maracanã, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, Loss terá o retorno do goleiro Cássio, que cumpriu suspensão automática diante do Grêmio. O time retorna aos treinos nesta segunda-feira e sabe que precisa de um bom resultado no Rio de Janeiro para continuar sonhando com um bom papel no torneio.

 

 

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