Valéria Gonçalvez/AE
Valéria Gonçalvez/AE

Com volta de Chicão, Mano espera fim dos problemas na zaga

Na Copa do Brasil, a média de gols sofridos era de 0,8 por partida. Agora é de 1,57, quase o dobro

Marcel Rizzo, Jornal da Tarde

29 de agosto de 2009 | 19h28

O ataque sempre chamou a atenção, pois conta com Ronaldo, mas o técnico Mano Menezes já admitiu que a defesa foi o fator decisivo para o Corinthians levar os títulos do Paulistão e da Copa do Brasil. E sem a dupla de zaga titular depois da conquista nacional - William se recupera de uma inflamação no pé direito e Chicão, além de suspensões, teve uma forte torção no pé direito -, a média de gols levados aumentou e um outro problema apareceu: falhas em jogadas de bola aérea.

Veja também:

especialMASCOTES - Baixe o papel de parede do seu time

especialVisite o canal especial do Brasileirão

Brasileirão 2009 - lista Tabela | tabela Classificação

especialDê seu palpite no Bolão Vip do Limão

"Acho que a gente tomou gols que não está acostumado (pelo alto) Isso é fruto de mudanças significativas em um setor só. Falta entrosamento e conhecimento do jogador que está ao lado", detectou Mano Menezes, admitindo a preocupação com o momento da defesa corintiana.

Antes de 1° de julho, quando o Corinthians venceu o Inter e se sagrou campeão da Copa do Brasil, a média de gols sofridos era de 0,8 por partida. Agora é de 1,57, quase o dobro. E nos três últimos jogos, dos seis gols que o time corintiano levou, cinco foram em bolas alçadas à área.

"Isso não é uma coisa que você resolve só com treinamento. O gol do Val Baiano (Barueri), por exemplo. Os dois zagueiros marcaram a bola. E você sabe que a lei é uma só para dois zagueiros: um marca a bola e o outro o homem", explicou Mano Menezes. A dupla de zaga na quarta-feira passada, no 2 a 2 com o Barueri, foi formada por Jean e Paulo André - este último contratado recentemente.

Mas a dificuldade deve diminuir a partir de quarta-feira, quando o Corinthians faz o clássico contra o Santos, no Pacaembu. O zagueiro Chicão já teve o retorno confirmado por Mano Menezes - assim como o goleiro Felipe, que estava fora também por causa de torção no tornozelo. William é dúvida, mas já trabalha fisicamente e pode aparecer. "Com a dupla de zaga titular fica mais fácil", admitiu o treinador.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.