Lorenzo Galassi/AP
Lorenzo Galassi/AP

Comitê olímpico italiano arquiva caso de doping de Cannavaro

Ele teve detectada uma substância proibida contida em um medicamento para tratar de uma picada de abelha

EFE

12 de outubro de 2009 | 12h04

As autoridades antidoping do comitê olímpico italiano decidiram nesta segunda-feira arquivar o caso do zagueiro Fabio Cannavaro, que teve detectada uma substância proibida contida em um medicamento para tratar de uma picada de abelha.

A decisão, anunciada em nota divulgada pelo comitê, veio porque foram apresentadas provas de que o uso do medicamento era necessário.

A imprensa italiana informou quinta-feira que Cannavaro deu positivo para um exame antidoping. Segundo a Juventus, ele havia consumido um medicamento à base de cortisona em uma situação de emergência, para evitar sofrer um choque anafilático após sofrer a picada, e por isso pediu dispensa do procedimento.

No entanto, como faltava um documento no pedido de isenção feito ao comitê olímpico italiano, responsável pelos testes antidoping, o zagueiro teve de fazer o exame, que deu positivo.

O próprio jogador falou sobre a polêmica em entrevista, já concentrado com a seleção italiana. "A coisa que mais me incomoda é que, pela segunda vez e com muita facilidade, meu nome foi associado ao doping", disse Cannavaro.

"Minha consciência está muito limpa. Levei uma picada de abelha e me acusaram de doping. Parte da imprensa exagerou. Vejam minha carreira, já demonstrei ser um jogador sério", completou.

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