Conclusão da venda do Milan para grupo chinês é adiada para março

Sino-Europe vai desembolsar RS 2,51 bilhões na transação

Estadão Conteúdo

07 de dezembro de 2016 | 10h37

O processo de conclusão da venda do Milan foi postergado. Nesta quarta-feira, a Fininvest, holding de Silvio Berlusconi que é detentora do time italiano, e o Sino-Europe Sports, um grupo de investimento chinês, anunciaram que o fim da transação foi adiado em três meses.

Em um comunicado oficial conjunto, a Fininvest e o Sino-Europe Sports disseram que a conclusão do processo de venda do Milan será finalizado em 3 de março. O adiamento do processo foi solicitado pelo grupo de investimento chinês.

O novo acordo definiu que o Sino-Europe forneça mais 100 milhões de euros (aproximadamente R$ 363 milhões) até a próxima segunda-feira - anteriormente, já haviam sido pagos de forma adiantada outros 100 milhões de euros.

O acordo com o grupo chinês, que inclui a participação de um fundo de investimento estatal do país asiático, foi fechado em agosto e irá adquiri-lo por 740 milhões de euros (RS 2,51 bilhões). Berlusconi possui 99,93% do clube italiano, que ele comprou há 30 anos.

De lá para cá, o Milan, após anos de jejum no futebol italiano, faturou vários títulos no país, além de ter vencido quatro edições da Liga dos Campeões da Europa. O time, porém, caiu de nível nos últimos anos, tanto que não levanta uma taça desde 2011. Na atual temporada, a equipe ocupa o terceiro lugar no Campeonato Italiano, a quatro pontos da líder Juventus.

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