Condenado por evasão fiscal, cartola do Bayern volta à prisão

Uli Hoeness foi condenado a três anos por desvio de cerca de R$ 89 milhões do clube alemão: ele teve dois dias de indulto de Natal

O Estado de S. Paulo

26 de dezembro de 2014 | 13h11

O ex-presidente do Bayern de Munique terá de se reapresentação à prisão, onde paga pena por condenação de três anos, nesta sexta-feira, depois de ganhar indulto de Natal para passar a data com a família. Uli Hoeness foi condenado em março deste ano por evasão fiscal do clube. O cartola do futebol alemão teve dois dias de liberdade condicional.

Hoeness está na penitenciária de Landsberg. Esses foram seus dois primeiros dias longe das grades desde o dia 2 de junho, quando foi levado após julgamento. O dirigente tem 62 anos. Sua mulher o buscou na penitenciária e o levou para casa na manhã do dia 24. O máximo que conseguiu até então foi passar algumas horas em liberdade em setembro.

Existe a possibilidade de Hoeness trabalhar nas manhãs e apenas dormir na penitenciária em 2015, contrariando sua promessa de não contestar a decisão da Justiça. Ele foi acusado de desviar o equivalente a R$ 89 milhões do clube alemão. "Evasão fiscal foi o erro da minha vida. Estou enfrentando as consequências deste erro", afirmou Hoeness. "Isto corresponde a minha compreensão pessoal acerta da decência, atitude e responsabilidade pessoal."

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