Evelson de Freitas/Estadão
Evelson de Freitas/Estadão

Confira a lista de 'gringos' que já defenderam o São Paulo

Às vésperas da estreia de Centurión, veja ex-jogadores de sotaque castelhano que defenderam a equipe nos últimos anos

O Estado de S. Paulo

13 de fevereiro de 2015 | 14h55

Reforço de peso para a temporada 2015, o meia-atacante Ricardo Centurión está confirmado por Muricy Ramalho para o duelo contra o Bragantino, neste sábado, pelo Campeonato Paulista. O argentino é a mais nova aposta 'gringa' da diretoria do São Paulo, que nos últimos anos contou com diversos jogadores sul-americanos. Alguns deles caíram nas graças da torcida, contudo, outros tiveram passagens para esquecer.

Em 2002, a diretoria apostou no zagueiro argentino Ameli, vindo do Internacional. Em 13 aparições pelo Campeonato Brasileiro, anotou um gol, mas não foi o bastante para convencer o torcedor são-paulino. No ano seguinte, voltou à sua terra natal para defender o River Plate. Outro que não vingou foi o venezuelano Rondón, que chegou ao Morumbi em 2004, emprestado pelo Deportivo Táchira e prometendo gols. Em 11 partidas, o atacante não correspondeu e sequer chegou a balançar as redes.

Entretanto, um dos maiores ídolos do São Paulo da última década veio das terras uruguaias. Diego Lugano defendeu o clube entre 2002 e 2006. Foi campeão Paulista, da Libertadores e do Mundial em 2005. Até hoje, o zagueiro é lembrado pela disposição em campo e deixou saudades no torcedor são-paulino.

Com problemas na lateral-direita desde a saída de Cicinho, em 2006, o time do Morumbi apostou em diversos 'gringos' para ocupar a posição: o equatoriano Reasco, o paraguaio Iván Piris e o argentino Adrián González. Nenhum vingou. O último, aliás, chegou junto com o zagueiro chileno Saavedra em 2009, mas nenhum dos dois conseguiu se firmar no time.

González ficou lembrado por desmaiar durante uma entrevista coletiva, mas foi logo esquecido pelo torcedor após suas fracas atuações. Enquanto isso, o chileno, em um ano de clube, sequer disputou uma partida.

Em 2011, o São Paulo apostou no meia Marcelo Cañete, à época com 21 anos, que vinha se destacando no Boca Juniors. Porém, a sequência de lesões atrapalhou o jogador nos dois anos em que defendeu o clube, apesar de algumas boas apresentações. Outra 'aposta' vinda do Boca Juniors foi o lateral-esquerdo Clemente Rodríguez em 2013, que, nas poucas vezes em que atuou, também não deixou saudades para o torcedor. Ele rescindiu contrato com o clube recentemente, após mais de um ano 'encostado'.

Em 2014, o São Paulo contou com dois 'gringos' no elenco: o atacante Dorlan Pabón e o lateral-esquerdo Álvaro Pereira. Pabón chegou emprestado pelo Valencia após ter sido artilheiro da Libertadores 2013 pelo Atlético Nacional.

Em 18 partidas, o colombiano anotou apenas dois gols. Já Álvaro Pereira, emprestado pela Inter de Milão, chegou a cair nas graças da torcida pela raça mostrada em campo. Porém, foi dispensado pela diretoria após ter a opção de compra recusada. Este ano, ele defenderá o Estudiantes de La Plata na Copa Libertadores.

Na história, o São Paulo conta com diversos jogadores de sotaque castelhano em seu 'hall' de ídolos, como, por exemplo, os uruguaios Darío Pereyra, Pablo Forlán e Pedro Rocha. Além deles, os arqueiros Roberto Rojas e José Poy também tiveram passagens de destaque e também foram treinadores da equipe do Morumbi. O segundo, aliás, defendeu a meta são-paulina durante 15 anos entre 1948 e 1963.

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