Confirmado no Corinthians, Mano assina até fim de 2014

O Corinthians confirmou o nome de Mano Menezes como técnico da equipe em 2014. O anúncio oficial foi feito no início da tarde desta quarta-feira, em entrevista coletiva. "Estamos aqui para anunciar oficialmente o que vocês já noticiam, a partir de janeiro o treinador será Mano Menezes", disse o diretor de futebol do clube, Roberto de Andrade, no CT Joaquim Grava.

VÍTOR MARQUES, Agência Estado

11 de dezembro de 2013 | 12h42

Mano Menezes assinará contrato de um ano, até 31 de dezembro de 2014, mas ele será apresentado só em janeiro, no início da pré-temporada, no dia 3. O nome de Mano já era dado como certo desde o momento em que foi oficializada a saída de Tite, ainda durante a disputa do Campeonato Brasileiro. A diretoria só esperou o término da competição para confirmar a chegada do novo treinador. Roberto de Andrade garantiu que Mano não foi procurado quando Tite ainda era o técnico.

O substituto de Tite chega ao clube com a missão de reformular o elenco após a péssima campanha do time no Campeonato Brasileiro, sendo que dois fatores pesaram na escolha de Mano. O primeiro foi a passagem vencedora do técnico entre 2008 e 2010. Ele tirou o Corinthians da Série B e conquistou os títulos do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil em 2009.

O outro fator é o bom relacionamento do comandante com o presidente Mário Gobbi, amigo pessoal de Mano. Uma parte da diretoria e de conselheiros era favorável à vinda de Oswaldo de Oliveira. "Qualquer treinador vai sofrer pressão. Surgiram outros nomes, mas só conversamos com o Mano, que aceitou prontamente nossa proposta. Tínhamos de contratar alguém que conhecesse o Corinthians, mas que tivesse bagagem", justificou Roberto de Andrade.

Depois que saiu do Corinthians, Mano dirigiu a seleção brasileira e o Flamengo. E não teve bom desempenho nos dois trabalhos. Na seleção, custou a encontrar um time titular, perdeu uma Copa América e a medalha de ouro na Olimpíada de Londres. E no clube carioca, de maneira surpreendente, pediu demissão após poucos meses no cargo.

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