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Confissão de jovem não ajuda clube, diz advogado do Corinthians

Alvinegro foi punido pela Conmebol e não poderá contar com sua torcida na Libertadores

AE, Agência Estado

24 de fevereiro de 2013 | 22h33

SÃO PAULO - O Corinthians não espera que a confissão que o menor H.A.M. promete fazer nesta segunda-feira à Justiça como responsável pelo disparo do sinalizador que matou Kevin Douglas Beltrán Espada, na última quarta, influencie na decisão da Conmebol. A entidade deve se pronunciar também nesta segunda sobre o recurso que o clube apresentou para anular a liminar que o impede de jogar com o apoio da sua torcida nos jogos da Libertadores durante 60 dias.

"O Corinthians não espera prejuízo nem benefício com essa confissão. O que queremos é a anulação da liminar porque o clube não pode ser punido antes de ser julgado. O Corinthians corre risco de ficar sem público e, depois, ficar provado que é inocente", disse o advogado do clube, Felipe Santoro.

Confiante de que o jogo de quarta-feira contra o Millonarios no Pacaembu, pela segunda rodada da Libertadores, será disputado com portões abertos à torcida, o clube não montou um plano de devolução do dinheiro para os torcedores que já compraram ingresso, segundo revelou Felipe Santoro.

O diretor-adjunto de futebol do clube, Duílio Monteiro Alves, também confia na anulação da liminar da Conmebol que aplicou a punição. "O Corinthians não pode ser culpado por uma coisa que não é responsável", defendeu o dirigente.

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