Confusão com Bangu não assusta o Flu

A diretoria do Fluminense não se mostra muito preocupada com a confusão ocorrida no jogo de domingo, contra o Bangu, pela semifinal do Campeonato Estadual. Nesta segunda-feira, o árbitro Reinaldo Ribas entregou a súmula da partida. Nela, ele escreveu que marcou uma infração no gol do goleiro Eduardo, sem especificar o toque de mão do jogador, aos 14 minutos do segundo tempo da prorrogação. O juiz também mencionou que terminou o jogo quando o Bangu abandonou o campo após a confusão. O placar sem gols favoreceu o time das Laranjeiras. O presidente do Bangu, Rubens Lopes, demonstrava toda a sua indignação com a atuação do árbitro. "O gol foi legal. Temos as imagens do lance e levaremos a fita para o tribunal. Sei que não vai dar em nada, mas vamos tentar mesmo assim", afirmou Rubinho, como é conhecido. Essa não foi a primeira vez que o Bangu foi prejudicado por um árbitro em uma partida contra o Fluminense. Em 1985, na decisão do Campeonato Estadual, o juiz José Roberto Wright não marcou um pênalti de Vica em Cláudio Adão, no fim da partida. O meia Fernando Diniz, do Fluminense, conversou nesta segunda-feira com o presidente do clube, David Fischel, sobre a discussão que teve com o técnico Robertinho, sábado, quando cobrava do treinador uma posição sobre o seu aproveitamento na equipe. O jogador acabou ficando ausente no empate com o Bangu, por 0 a 0. "Conversei com o Fernando e ele será reintegrado. A atitude dele no treino de sábado mostra o quanto ele queria jogar", disse Fischel. "Estamos numa fase em que é preciso haver doação de todos para conseguirmos o título." O jogador interessa ao São Paulo e especula-se que ele já esteja mantendo contato com o técnico do clube paulista, Oswaldo de Oliveira.

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