Maxim Shemetov / Reuters
Maxim Shemetov / Reuters

Conselho de Medicina de SP arquiva investigação sobre cirurgia de Pelé

Problema teria ocorrido durante cirurgia no quadril do ex-jogador em 2012

Estadão Conteúdo

19 de dezembro de 2017 | 11h14

A comissão de ética do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) anunciou o fim das investigações sobre uma cirurgia realizada no quadril de Pelé, em 2012, com a conclusão de que não houve a ocorrência de erro médico. O próprio ex-jogador havia falado sobre a situação, assumindo a necessidade de refazer a cirurgia em hospital dos Estados Unidos.

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"De acordo com os médicos que me analisaram, teve um erro médico. Um erro na técnica dos brasileiros", afirmou Pelé na ocasião. O ídolo do Santos fez a cirurgia no hospital Albert Einstein, em São Paulo, e a refez no hospital Special Sugery, em Nova York. O problema a ser corrigido era uma artrose, um desgaste da articulação que corrói a cartilagem na ponta do fêmur e no encaixe da bacia, segundo o médico Roberto Dantas Queiroz, que realizou a primeira operação.

Ao Estado, o CREMESP confirmou que a investigação foi arquivada por não ter sido comprovada a responsabilidade dos médicos brasileiros no caso. A assessoria de Pelé não se manifestou sobre a decisão.

Aos 77 anos, o Rei do Futebol participou da cerimônia do Sorteio da Copa do Mundo na Rússia e foi festejado. Ele esteve em cadeira de rodas durante a cerimônia. Pelé anda com dificuldades, sempre apoiado e continua as sessões de fisioterapia. Sua assessoria informou que ele está de férias.

Em resposta às preocupações que apareceram após o evento na Rússia, a assessoria de Pelé negou que ele estivesse debilitado e afirmou que optou pela cadeira porque as distâncias dentro do Kremlin, onde o sorteio foi realizado, eram muito grandes.

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