Fábio Leoni/Ponte Press
Fábio Leoni/Ponte Press

Contra-ataque vai ser arma da Ponte Preta na partida contra o Sport no Recife

Equipe paulista terá que encarar uma Ilha do Retiro lotada

Estadão Conteúdo

27 Outubro 2016 | 07h30

Sob o estigma de fraco rendimento fora de casa, a Ponte Preta espera pontuar diante do Sport, nesta quinta-feira, às 20h30 (de Brasília), no estádio da Ilha do Retiro, no Recife, na abertura da 33.ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na teoria, a estratégia é muito simples: marcar bem e explorar os contra-ataques.

"Temos que mostrar um futebol consistente, marcando bem e não perdendo chances lá no ataque", disse o técnico Eduardo Baptista, que já tinha alertado sobre os erros de finalização ocorridos na derrota para o São Paulo, na semana passada. O tropeço deixou o time pela terceira rodada seguida na 10.ª posição, com 45 pontos.

Eduardo Baptista também alertou seus jogadores sobre a pressão que virá das arquibancadas porque mais de 20 mil ingressos já foram vendidos. O Sport está ameaçado pelo rebaixamento, com 37 pontos, na 16.ª posição, só dois pontos na frente do Vitória, que abre a zona de degola. "A torcida joga com o time na Ilha do Retiro. Nós temos que manter a calma e controlar as ações dentro de campo", deu a receita. O treinador iniciou a carreira no próprio Sport, onde trabalhou antes como preparador físico ao lado do pai Nelsinho Batista.

O retrospecto do time paulista fora de casa é somente de 20% - com quatro empates, 10 derrotas e apenas duas vitórias - sobre o América-MG, por 1 a 0, e Santa Cruz, por 3 a 0. No estádio do Arruda, no Recife, aconteceu o último triunfo longe da torcida, pela 12.ª rodada.

O destaque daquele jogo foi o atacante William Pottker, que marcou dois gols - o outro foi feito por Felipe Azevedo. Por coincidência, ele retorna à condição de titular ocupando a vaga de Roger, suspenso com três cartões amarelos. O novo camisa 9 é vice-artilheiro da competição com 11 gols. "Sei que o atacante tem a responsabilidade de marcar gols. Perdi lá no Morumbi, mas posso voltar a fazer em Recife. Futebol é isso: um dia dá certo, outro não", comentou o atacante.

Nas demais posições não vão ocorrer mudanças. O time entra armado no esquema 4-3-3, mas se defende no 4-5-1 e tenta atacar com cinco jogadores. O jogo também vai ter um significado especial para o volante Wendel, de 32 anos, que vai completar 700 jogos como profissional. "É uma marca importante e só espero conquistar um bom resultado", afirmou.

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