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Com Dunga, Brasil tem 100% de aproveitamento contra o Chile

Foram sete vitórias em sete jogos sob o comando do técnico

Almir Leite, enviado especial a Santiago, O Estado de S. Paulo

08 de outubro de 2015 | 13h51

Se depender do retrospecto, a seleção brasileira vai se sair bem na estreia nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, na noite desta quinta-feira, em Santiago. É que o Chile, adversário da partida das 20h30 em Santiago, é um velho "freguês'', o maior, do técnico Dunga. Ele já dirigiu o Brasil sete vezes contra os chilenos, e foram sete vitórias.

Alguns desses triunfo, inclusive, foram bastante expressivos. Em 2007, por exemplo, a seleção brasileira aplicou um 4 a 0 em amistoso realizado na Suécia e depois, na Copa América disputada na Venezuela - que o time de Dunga viria a conquistar - goleou novamente por 6 a 1 e depois fez um 3 a 0.

No ano seguinte, um novo 3 a 0, no Estádio Nacional de Santiago e pelas Eliminatórias da Copa da África do Sul, salvou o pescoço de Dunga. Ele estava bastante ameaçado de demissão após a seleção olímpica conquistar apenas o bronze na Olimpíada de Pequim e o então presidente da CBF, Ricardo Teixeira, era pressionado para fazer a troca. Com a vitória, a situação se normalizou.

A vitória seguinte do Brasil sobre o Chile, em 2009, ocorreu num contexto bastante diferente. Quatro dias antes daqueles 4 a 2 ocorridos em Salvador, o Brasil havia vencido a Argentina por 3 a 1 em Rosário e garantido vaga antecipada para o Mundial de 2010. Veio a Copa e nova goleada: 4 a 1, pelas oitavas de final.

O último encontro de Dunga com o freguês ocorrido em março deste ano, já nesta segunda passagem pelo treinador, em amistoso em Londres. E a vitória foi a mais magra de todas: 1 a 0.

Apesar da vantagem, Dunga prefere não se apegar ao retrospecto. "Eles (os chilenos) também nos conhecem bem. É importante ter algo diferente que quebre o sistema do adversário'', disse, dando a entender que preparou uma surpresa para obter sua oitava vitória sobre os chilenos.

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