Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Contra o Cruzeiro, Corinthians tenta manter defesa instransponível fora de casa

Time alvinegro ainda não sofreu gols na atual edição da Copa do Brasil quando joga na casa do adversário

João Prata / Enviado Especial / Belo Horizonta, O Estado de São Paulo, O Estado de S.Paulo

10 Outubro 2018 | 10h50

Cruzeiro e Corinthians se enfrentam nesta quarta-feira, às 21h45, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, no primeiro jogo da final da Copa do Brasil. De um lado, o time mineiro vem de um retrospecto ruim em casa na competição. Do outro, a equipe paulista ainda não perdeu longe de seus domínios.

Ambos entraram nas oitavas de final da competição. O Cruzeiro, quando jogou em casa, conseguiu dois empates e uma derrota. Marcou três gols e sofreu quatro. O Corinthians tem uma vitória e dois empates na casa do adversário. Marcou um gol e ainda não foi vazado. 

O goleiro Cássio acredita que o bom momento do setor defensivo quando atua fora é a tranquilidade. Na opinião dele, o atual grupo do Corinthians tem como diferencial o fato de todos se sentirem à vontade. "Todo mundo tem voz ativa. Todo mundo comenta no grupo. Toda mundo tem sua opinião e é respeitada. Agora temos que pensar que a Copa do Brasil não é só um jogo que decide. Precisamos da regularidade nos dois jogos", comentou.

Na atual edição do torneio, em casa, o Cruzeiro empatou por 1 a 1 com o Atlético-PR, perdeu para o Santos por 2 a 1 no tempo regulamentar e ficou no 1 a 1 com o Palmeiras. Vale destacar que, até então, o time mineiro tinha feito todos os jogos de volta em casa. Ou seja, garantiu o resultado nas partidas de ida.

O Corinthians, quando atua fora, tem a defesa intransponível. Empatou com o Vitória sem gols nas oitavas, venceu a Chapecoense por 1 a 0 nas quartas de ficou no 0 a 0 com o Flamengo na semifinal. 

A expectativa para o jogo desta noite no elenco do Corinthians é seguir assim. No treino de terça-feira, o técnico Jair Ventura deu amplo destaque para a marcação. Na primeira parte do coletivo, pediu atenção especial aos atacantes na marcação da saída de bola. 

Depois, paralisou a atividade e ficou treinando cruzamento na área. O tempo inteiro ele parava o treinamento para acertar o posicionamento do setor defensivo. Cobrava os zagueiros Henrique e Léo Santos e indicava como a linha de defesa tinha que ficar.

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