Alessandra Tarantino/AP
Alessandra Tarantino/AP

Contusão não deve impedir Kaká de defender a seleção

Lesão do meia brasileiro do Milan parece não ser tão grave como se suspeitava no fim de semana

Luís Augusto Mônaco, Agencia Estado

16 de março de 2009 | 21h13

Alívio para o Milan e para a seleção brasileira. A contusão no pé esquerdo sofrida por Kaká, durante o jogo de domingo contra o Siena, parece não ser tão grave como se suspeitava e ele não deverá ficar muito tempo parado. Nesta segunda-feira, ele passou o dia em casa fazendo fisioterapia. O pé estava inchado, mas à noite a dor já era bem menor do que no domingo. Nesta terça, dependendo de como estiver se sentindo, irá para o campo correr e tentar chutar.

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Ele será avaliado dia a dia pelos médicos do Milan, que manterão a CBF informada sobre o andamento de sua recuperação. No final da semana, será decidido se ele se apresentará no dia 24 à seleção brasileira ou se será cortado.

O chefe do departamento médico do Milan, Jean-Pierre Meerserman, acredita que o problema não passa da dor provocada por um pisão no mesmo local da lesão anterior (no dorso do pé), que o deixou mais de um mês sem jogar.

O fato de Kaká ter passado o dia em casa foi visto como um sinal positivo por Meerserman. "Quando um jogador se machuca numa partida e sente que a contusão não é simples, tem de se apresentar no CT às 10 horas do dia seguinte para fazer tratamento. Como Kaká ficou em casa, suponho que ele esteja tranquilo."

A CBF também está confiante. Segundo o assessor de imprensa Rodrigo Paiva, se a contusão colocasse em risco a presença de Kaká nos jogos em Quito e Porto Alegre - contra Equador e Peru, respectivamente -, ele já teria ligado para alguém da comissão técnica.

"O Dunga fez uma reunião com os jogadores antes do jogo contra a Itália e pediu a todos que sempre entrassem em contato com ele, o Jorginho ou o Runco (médico) quando tivessem algum problema que pudesse tirá-los da seleção. E como o Kaká ainda não fez contato com a gente, acredito que vai se apresentar."

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