Daniel Augusto/ Corinthians
Daniel Augusto/ Corinthians

Convocados de Dunga marcam os três gols para o Corinthians

Elias, Gil e Renato Augusto foram autores dos tentos da vitória

O ESTADO DE S. PAULO

27 de setembro de 2015 | 19h11

Foram três gols do Corinthians na tarde deste domingo em Florianópolis, contra o Figueirense, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Elias, Gil e Renato Augusto. Curiosamente, os três convocados pelo técnico Dunga para as duas primeiras partidas das Eliminatórias, contra Chile e Venezuela.

Elias abriu o placar em um chute quase sem ângulo, em uma falha do goleiro Muralha. Gil aproveitou levantamento na área de Jadson para fazer o segundo - na comemoração, homenageou os filhos - enquanto Renato Augusto anotou após rebote de cabeçada de Felipe. 

Coincidência? Para Renato Augusto, sim. “Na hora nem me toquei, só no vestiário que o pessoal comentou que os três gols eram da gente. Mas isso mostra a força da equipe, no jogo passado quem decidiu foi o Jadson. O Malcom já fez muitos gols também”.  O técnico Tite também fez questão de compartilhar os méritos dos gols dos selecionados com todo o grupo. “Eles tem que dividir os gols e a convocação com todo o elenco”, disse. 

O treinador também exaltou a participação de Jadson, que não foi convocado pelo técnico Dunga. Na partida, Jadson foi um dos grandes nomes, com duas assistências, além de deixar vários jogadores na cara do gol em outras oportunidades. “O Jadson executa uma função importante no campo, ele tem uma capacidade de perceção muito boa, quando a bola está girando ele percebe os espaços”, afirmou.

Com os três gols em Florianópolis, o Corinthians atingiu a marca de 100 gols na temporada - Jadson, com 14 gols, é o artilheiro. E para Renato Augusto esse número de gols é importante no futuro. “Estamos fazendo muitos gols, é importante para ter um saldo equilibrado”. 

Para Tite, a mudança do time que não marcava gols e agora tem um ataque positivo, não deve ser depositada ao treinador. “Não tem que dar muito valor ao técnico, é obra do conjunto. A direção contrata os atletas certos, a base formada é boa, é uma construção que acaba acontecendo com o tempo”, afirmou. 

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