Chile faz treino fechado e com reforço policial em Belo Horizonte

Entradas para o centro de treinamento Toca da Raposa II, do Cruzeiro, foram fechadas para evitar contato dos torcedores 

Vítor Marques - Enviado Especial a Belo Horizonte, O Estado de S. Paulo

27 de junho de 2014 | 11h44

O último treino do Chile antes da disputa das oitavas de final da Copa contra o Brasil foi marcado por reforço policial, nesta sexta-feira, na Toca da Raposa II, em Belo Horizonte. As duas entradas que dão acesso ao centro de treinamento do Cruzeiro foram fechadas. A polícia não permite nem que torcedores chilenos fiquem na porta do CT - alguns poucos, porém, conseguiram passar pela rua antes do bloqueio policial.

O último treino antes do jogo foi realizado na Toca da Raposa porque a Fifa vetou treino no Mineirão para preservar o gramado. À tarde, no estádio, o técnico Jorge Sampaoli dará entrevista coletiva oficial exigida pela entidade antes de cada partida da Copa.

O Chile permitiu que a imprensa acompanhasse apenas 15 minutos do treino desta sexta-feira. Nesse período, Sampaoli conversou rapidamente com os jogadores. Titulares chilenos, o meia Vidal e o zagueiro Medel não estiveram em campo durante o aquecimento.

Vidal ainda se recupera de lesão no joelho direito, enquanto Medel sentiu um desconforto muscular e pode ser considerado como dúvida para o jogo deste sábado.

Assim, continua a dúvida sobre a escalação chilena para enfrentar o Brasil neste sábado, a partir das 13 horas, no Mineirão. Sampaoli pode escalar o meia Valdivia ou o zagueiro Silva. E Vidal joga, apesar de não estar 100% fisicamente.

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