Com tempo escasso, Brasil vai continuar a treinar pouco na Copa

Comissão técnica tem reclamado com frequência que nunca houve tão pouco tempo de preparação da equipe brasileira para uma Copa

Silvio Barsetti - Enviado especial a Teresópolis, O Estado de S. Paulo

19 de junho de 2014 | 05h00

A cúpula da comissão técnica da seleção tem reclamado com frequência que nunca houve tão pouco tempo de preparação da equipe brasileira para uma Copa do Mundo. Na reta final da primeira fase da competição, a programação não vai ser alterada e a seleção vai fazer apenas três atividades de campo antes do jogo de segunda-feira, contra Camarões, em Brasília.

A equipe deve treinar apenas em um período por dia a partir de hoje. No domingo, o reconhecimento do gramado do Estádio Nacional Mané Garrincha funcionará mais como um trabalho de descontração. Com tantas pendências táticas e carências técnicas e também físicas, a dúvida é se a seleção brasileira vai conseguir se firmar com uma atuação convincente já no confronto com Camarões.

A equipe se reuniu em Teresópolis no dia 26 de maio e ficou três dias em função de avaliações clínicas e testes físicos. Depois, em 29 de maio, começaram os treinos com bola, intercalados por dois amistosos, contra Panamá e Sérvia, na primeira semana de junho.

Pelo que se viu nos jogos com Croácia e México, já pela Copa, a necessidade de mais treinos é clara. O Brasil não desenvolve nenhuma jogada ensaiada e seu estilo parece bem conhecido pelos adversários. Classificando-se contra Camarões, os treinos continuarão escassos. Um por dia, com intensidade moderada. 

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