Copa do Mundo ganha destaque nas páginas e telas do Estadão

O jornal, nas suas plataformas impressa e digital, abre a cobertura especial a partir de segunda

O Estado de S. Paulo

24 de maio de 2014 | 17h10

SÃO PAULO - O Estadão entra em campo a partir desta segunda-feira para informar e contar a história da Copa do Mundo, a 20.ª edição do Mundial, que volta ao Brasil depois de 64 anos. O leitor terá ampla cobertura no jornal - com um caderno diário - e no digital, com um hotsite exclusivo da Copa.

Serão 36 profissionais, entre repórteres, fotógrafos e colunistas, no acompanhamento diário da seleção brasileira, dos grandes adversários, dos estádios, aeroportos, movimento dos torcedores e a temperatura quente das ruas das metrópoles e do centro do poder.

Todas as 12 cidades-sede terão atenção total com uma equipe de enviados especiais e correspondentes. O leitor não vai perder um lance dos 64 jogos, com estatística completa das partidas, a cobertura online e os comentários dos analistas.

O time de colunistas contará com os craques Raí e Deco, as observações táticas do técnico Vanderlei Luxemburgo, a classe de Luis Fernando Verissimo, o olhar social de Roberto Damatta e a ironia de Antero Greco, entre outros.

No portal estadao.com.br, o leitor poderá participar da cobertura por meio das redes socais com comentários, muita opinião e interatividade. A Rádio Estadão também vai entrar em campo com giro diário de informações dos enviados especiais às cidades-sede e equipe dedicada à seleção brasileira.

UNIVERSO DAS REDES SOCIAIS

O Estadão vai trazer o amplo universo das redes sociais para dentro do cotidiano da cobertura jornalística na Copa. Em parceria com o Labic, coordenado por Fábio Malini, comunicador e doutor em Comunicação e Cultura e professor da Universidade do Espírto Santo, o estadão.com.br apresentará a partir de dia 31 um aplicativo web inédito no Brasil.

Com interface moderna e interativa, a ferramenta é destinada ao internauta comum e aos jornalistas, que encontrarão reunidas ali inúmeras oportunidades de produção de notícias por meio de um termômetro atualizado do que acontece no mundo, especialmente no Twitter. "É uma experiência importante do jornalismo de dados, que busca dar sentido à fragmentação de conteúdo sobre a Copa do Mundo", diz Malini.

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