Shawn Thew/EFE
Shawn Thew/EFE

Coreanos fazem campanha para astro da seleção não ir para o exército

Son Heung-min vai ser convocado para servir o serviço militar em 2019

O Estado de S.Paulo

28 Junho 2018 | 13h52

Destaque da seleção da Coreia do Sul na Copa do Mundo, Son Heung-min é protagonista de uma campanha em seu país para que ele não tenha que servir o exército, como determina a lei sul-coreana. Uma petição na internet pede para ele seja liberado da obrigação e possa continuar atuando profissionalmente.

+ Colômbia vence Senegal com gol de Mina e se classifica para as oitavas

+ Japão perde para a Polônia, mas se classifica por ter menos cartões do que Senegal

+ A cinco cadeiras de distância, Coronel Nunes desconhecia Dmitry Medvedev

Segundo o jornal The Korea Herald, há uma petição no site da residência oficial do presidente, pedindo que o atacante siga atuando normalmente e o responsável por criar o movimento ainda se ofereceu a servir o exército no lugar do astro. 

O curioso é que até mexicanos também assinaram a petição e se ofereceram para ficar no lugar de Heung-min. Vale lembrar que a vitória da Coreia do Sul sobre a Alemanha ajudou os mexicanos a se classificarem para as oitavas de final da Copa. 

O escritório executivo da Coreia do Sul informou que todas as petições que chegam à marca de 200 mil é analisada pelo governo. Por enquanto, pouco mais de três mil assinaturas foram coletadas. 

 

Segundo as leis sul-coreanas, todo homem nascido no país precisa cumprir 21 meses de serviço militar obrigatório até fazer 28 anos. Heung-min tem 25 anos e fará 26 no dia 8 de julho. Ele será convocado para o exército em 2019, quando terá 27 anos, idade limite para a convocação. Assim, ele perderá as temporadas 2019/2020 e 2020/21 da Europa, além, claro, de desfalcar a seleção sul-coreana nos próximos jogos.

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.