Corinthians ainda acredita em 'vaga direta', diz Gil

Corinthians ainda acredita em 'vaga direta', diz Gil

Zagueiro mininimiza o fato de disputar o mata-mata da fase preliminar da Libertadores caso não conquiste a vitória neste sábado

VÍTOR MARQUES, O Estado de S. Paulo

02 de dezembro de 2014 | 19h05

O Corinthians não depende apenas de suas próprias forças para disputar a Libertadores de 2015 sem passar pela fase preliminar. Para ir direto à fase de grupos, é preciso vencer o Criciúma no Itaquerão e ainda torcer por um tropeço do Internacional diante do Figueirense em Florianópolis - os dois jogos serão no sábado, às 16h30, pela última rodada do Brasileirão.

O zagueiro Gil, no entanto, disse que esse objetivo ainda pode ser alcançado pelo Corinthians. Mas, caso isso não aconteça, ele minimizou o fato de disputar o mata-mata da fase preliminar da Libertadores, garantindo que não existe um temor em relação à eliminação corintiana de 2011, para o modesto Tolima, da Colômbia.

"Vamos trabalhar com força total para ir direto (para a Libertadores). Mas não tem fantasma (do Tolima), de maneira alguma. Nossa grupo está focado para fazer uma grande temporada em 2015", afirmou o zagueiro, um dos principais titulares corintianos, em entrevista coletiva nesta terça-feira.

Apesar disso, Gil vai ficar apenas torcida no sábado, porque está suspenso por ter recebido o terceiro cartão amarelo. Assim, será o único desfalque do técnico Mano Menezes para a partida contra o Criciúma.

Gil também afirmou que a diretoria deve buscar reforços para a próxima temporada e até brincou com a possível volta do zagueiro Cleber, que deixou o Corinthians em agosto e está no Hamburgo, da Alemanha. "Aquele chato vai voltar?", brincou ele, dando risada. "Vamos terminar bem o ano para voltar mais fortes em 2015", completou, falando mais sério.

O zagueiro ainda afirmou que está chateado com a goleada sofrida para o Fluminense no último domingo, aproveitando para reclamar da arbitragem no Maracanã - o Corinthians perdeu por 5 a 2 em jogo marcado por pênaltis polêmicos. "Fiquei chateado por tudo que fizemos no primeiro tempo. É um trabalho que todo mundo faz e vê tudo jogado por água abaixo", lamentou.

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