Corinthians ainda calcula prejuízo por cadeiras destruídas no Itaquerão

O Corinthians ainda não contabilizou os prejuízos causados pela torcida do São Paulo durante o clássico de quarta-feira pela Libertadores, no Itaquerão. Cerca de 40 cadeiras foram destruídas no setor Sul do estádio, destinado à torcida visitante.

RAPHAEL RAMOS, Estadão Conteúdo

19 de fevereiro de 2015 | 19h25

"Ainda não chegou ao meu conhecimento (o número exato de assentos quebrados). Vamos conversar e ver o que fazer, mas não tenho uma ideia formada sobre isso. É o risco de receber o torcedor visitante. Não deveria ser assim, mas infelizmente é. Às vezes, as pessoas nem quebram por querer, mas sim por causa do mau uso. A pessoa pula em cima e a cadeira não é feita para isso. Vamos apurar e ver o que vai acontecer", disse o presidente Roberto de Andrade, nesta quinta-feira, durante entrevista coletiva no CT do Parque Ecológico.

Reunião nos próximos dias deve definir se o Corinthians vai cobrar os prejuízos da diretoria do São Paulo ou não. Os dois times voltam a se enfrentar no dia 8 de março, pelo Campeonato Paulista, no Morumbi. O jogo de volta da Libertadores está marcado para o dia 22 de abril, também no estádio do rival.

O vandalismo das torcidas visitantes tem sido frequente nos estádios paulistas. No passado, durante clássico entre Corinthians e Palmeiras, no Itaquerão, palmeirenses quebraram 258 cadeiras e um secador de mão do banheiro. O prejuízo foi estimado em R$ 45 mil, mas o então presidente do Corinthians, Mário Gobbi, optou por não cobrar o Palmeiras apesar de os dois clubes terem um acordo de que eventuais danos provocados pelas suas torcidas no estádio do rival deveriam ser pagos pelas respectivas diretorias.

No último dia 8, no primeiro clássico entre Corinthians e Palmeiras no Allianz Arena, foram quebrados 44 assentos, 129 porta-copos, uma porta de banheiro e sete saboneteiras. Além disso, molas de 29 cadeiras foram danificadas. O prejuízo total foi de R$ 25 mil, mas a diretoria do Palmeiras retribuiu a gentileza do Corinthians e arcou sozinha com os custos.

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