Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians
Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians

Corinthians aposta em Roger para voltar a vencer no Brasileiro

Diante do Ceará, atacante celebra sequência de jogos e se torna esperança de gols para o time subir na tabela

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

05 Setembro 2018 | 07h00

Depois de ser a terceira opção do ataque, o atacante Roger vive sua maior sequência no Corinthians. Ele conseguiu vencer a concorrência com Clayson e faz hoje, diante do Ceará, no Castelão, sua quarta partida seguida como referência na área. Roger é a principal esperança do time para superar a sequência negativa e se reaproximar dos líderes. Dos últimos seis jogos no Campeonato Brasileiro, a equipe venceu apenas um (diante do lanterna Paraná, por 1 a 0, em casa). 

Celebrar uma sequência de jogos como titular pode parecer uma marca simples para um atacante do Corinthians. Mas Roger está evoluindo aos poucos. No ano passado, ele foi submetido a uma cirurgia para retirar um tumor renal. Pensou em encerrar a carreira. O atacante de 33 anos teve uma passagem ruim pelo Internacional e viu no Corinthians uma chance de recuperação. 

O período em que esteve no banco coincidiu com a crise de identidade do próprio time, que não sabia se teria uma referência na área. Além disso, o elenco tentava se reconstruir após a saída de Rodriguinho, Maycon e Balbuena. Hoje, a equipe ainda busca seu melhor estilo de jogo, mas Roger já faz parte dos planos. Nos últimos jogos vem sendo elogiado pelo técnico Osmar Loss como pivô.

Um das jogadas mortais com participação de Roger é a cobrança de escanteio, que vem sendo ensaiada com frequência nos treinos. Ela funcionou diante do Colo-Colo e do Paraná. 

Ralf prevê dificuldades na casa do adversário. “A gente sabe que eles são muito fortes aqui. O estádio estará cheio. Eles venceram o Flamengo”, afirmou. 

Poupados no empate por 1 a 1 com o Atlético-MG, o zagueiro Henrique, o meia Jadson e o volante Douglas devem voltar ao time. O lateral Mantuan, o zagueiro Léo Santos e o goleiro Walter deverão ser mantidos. Fagner, Pedro Henrique e Cassio estão contundidos. 

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