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Corinthians busca por um reserva para Ronaldo

Atacante participou de 31 dos 64 jogos que a equipe disputou; reservas atuais não convencem

Marcel Rizzo, Jornal da Tarde

19 de outubro de 2009 | 08h49

A permanência de Ronaldo para 2010 é certeza tanto para o diretor de marketing corintiano, Luís Paulo Rosenberg, quanto para o empresário do Fenômeno, Fabiano Farah. Ambos já declararam que o contrato será prorrogado automaticamente, pois foi assinado em dezembro de 2008 com validade até 31 de dezembro de 2010.

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Por isso, a discussão entre Mano Menezes e a diretoria de futebol é outra: a contratação de um centroavante de alto nível que possa substituir o Fenômeno quando ele não estiver em campo na próxima temporada.

Há consenso de que precisa ser "o" centroavante, que em algumas situações possa até fazer dupla com o camisa 9. E não apenas um atleta para compor grupo, como são normalmente os reservas para as outras posições.

O argumento é que Ronaldo pode ficar fora de várias partidas, como ocorreu este ano. Na temporada, ele participou de 31 jogos dos 64 que o Corinthians fez, o que dá 48%, ou pouco menos da metade - uma lesão muscular e uma cirurgia na mão.

E sem ele em campo o rendimento da equipe caiu. Talvez não nos números, pois a diferença de conquista de pontos é pequena (61% com ele, 56% sem ele). A preocupação de Mano é a falta da referência dentro da área, o que Souza não soube fazer. O jogador chegou do Panathinaikos, da Grécia, a peso de ouro (segundo mais alto salário do grupo, com R$ 175 mil, só perdendo de Ronaldo) para o substituir nas emergências. Fez 35 jogos e quatro gols. Seu contrato vai até dezembro de 2012, mas é improvável que fique.

"Nós temos uma base pronta. Não precisaremos contratar tantos jogadores, apenas os certos", disse Mano Menezes.

Quem acompanha reuniões para tratar do assunto conta que as conversas para um centroavante são tão importantes quanto para contratar um lateral-esquerdo, posição que atualmente no elenco não tem um especialistas (Marcelo Oliveira, Balbuena, Marcinho e Escudero jogam improvisados).

Nomes são tratados com cautela. O foco é fora do Brasil, mas lembranças de Kléber, que está no Cruzeiro, e Fred, do Fluminense, já existiram.

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