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Corinthians e Atlético empatam em Minas

O Corinthians continua vivendo de ilusão no Campeonato Brasileiro. A cada rodada imagina que pode melhorar mas não consegue encontrar o caminho. Neste domingo, vencia o Atlético-MG por 2 a 1, até os 39 minutos do segundo tempo, e cedeu o empate por 2 a 2 no Mineirão. Resultado que engana jogadores, comissão técnica, dirigentes mas não convence o torcedor. Foi tão ilusório que o comando do clube resolveu segurar o técnico Oswaldo de Oliveira, mesmo com Emerson Leão livre na praça. E pode não passar de uma grande imaginação se dirigentes negarem reforços que a torcida pede. Para se ter uma idéia da ilusão que o Corinthians vive, basta ver o que aconteceu no primeiro tempo, neste domingo, contra o Atlético. Em 45 minutos, apenas um chute ao gol ? obra de Jô, aos 41. Ridículo. O time jogou morrendo medo. Fabinho e Rincón ficaram fixos na proteção da defesa. Rogério e Renato, nas laterais, sem permissão para subir. Wendell, um terceiro zagueiro nas pegadas de Alex Mineiro. E apenas Piá na criação. Medíocre, Piá saiu aos 32 minutos de jogo substituído por Jô. Quando Piá deixou o campo, o Atlético vencia por 1 a 0 ? gol de Alex Mineiro, aos 30. Vitória parcial do time mineiro mas sem nenhum brilho. Diante de um Corinthians covarde, o dono da casa não teve ousadia. Jogou apostando que não teria problemas para garantir os três pontos. E com essa certeza desceu para o vestiário no intervalo da partida. Quando voltou, encontrou o Corinthians mais organizado, corajoso. Oswaldo de Oliveira liberou os laterais, abriu Jô na ponta-esquerda e trouxe Gil para armar o ataque. Fabinho também recebeu sinal verde para sair da defesa. A reestruturação deu certo. Aos 7 minutos, Renato cobrou falta e Fabinho, de cabeça, empatou. O Atlético continuou não acreditando na reação do time paulista. Aos 14, sofreu a virada: Rogério marcou de pênalti, que Marcelo Ramos havia sofrido. Depois da virada, o Corinthians se acovardou de novo. Se escondeu no seu campo e convidou o adversário para atacar e buscar o empate. Três bolas bateram nas traves de Fábio Costa. Mas, aos 39, não teve jeito. Tucho cobrou uma falta da ponta-esquerda, Fábio Costa aceitou como um principiante: 2 a 2. Jogadores e comissão técnica saíram satisfeitos. Se a vitória não foi possível, pelo menos o empate estava de bom tamanho. Quanto ao futuro do time, uma grande incerteza.

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