Paulo Liebert/AE
Paulo Liebert/AE

Corinthians e Palmeiras confirmam partidas para o Pacaembu

Presidente dos dois clubes falam em dividir torcida e renda no estádio ao longo de toda a temporada 2010

André Avelar - estadao.com.br,

28 de janeiro de 2010 | 17h23

Desde setembro de 1995, Corinthians e Palmeiras não fazem um clássico no Pacaembu. Para compensar tanto tempo de ausência, as diretorias prometeram todos os confrontos da atual temporada para o estádio, que já foi palco de grandes decisões entre os dois times. A Polícia Militar e o Ministério Público deram o aval para a partida deste domingo, às 17 horas, pela quinta rodada do Campeonato Paulista.

 

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No encontro para promover um leilão beneficente para as vítimas da chuva que arrasou São Luiz do Paraitinga (até agora a Defesa Civil confirmou 64 mortos), os presidentes Andrés Sanchez e Luiz Gonzaga Belluzzo comemoraram a volta da partida para a capital, depois de três encontros seguidos em Presidente Prudente. Além disso, disseram que este é um voto de confiança não só para os torcedores, como também para os clubes.

 

"A iniciativa partiu da necessidade de valorizar o estádio de todos os paulistas", explicou Belluzzo, presidente do Palmeiras. "Combinamos que os visitantes terão uma participação maior que os atuais 10% e assim fazemos um apelo para que nossas torcidas deem um bom exemplo", completou.

 

Como o mando de campo da partida deste domingo é do Corinthians, os palmeirenses ficarão com os 7.500 lugares no tobogã, além de lugares mistos nas cadeiras numeradas. Quando o mando de campo for do Palmeiras, a situação se inverte. A renda será dividia entre as duas equipes.

 

Com isso, os palmeirenses abrem mão de jogar no Palestra Itália por um problema de logística. Eles entendem que o Pacaembu é o melhor lugar para a chegada e saída de duas grandes torcidas.

 

"A rivalidade é só durante os 90 minutos. Temos que nos ajudar, nos unir e trabalharmos para que os dois cresçam. Corinthians e Palmeiras é muito importante para a cidade", afirmou Andrés Sanchez.

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