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Corinthians encara semana decisiva

A semana começa com dois desafios para o Corinthians: vencer o Paraná, no próximo domingo, e repetir a dose na quarta-feira seguinte, diante do Criciúma, em Santa Catarina. Apesar do desempenho pífio do time nos últimos jogos, em casa, contra o Juventude (derrota por 2 a 1) e contra o Coritiba (0 a 0, com vaias), o sonho da Libertadores ainda permanece vivo na cabeça dos jogadores e do técnico Tite.Gil, o mais lúcido do time na última partida, literalmente viajou no sonho de terminar o Campeonato Brasileiro entre os quatro que disputarão a Libertadores de 2005. "Basta vencer sete dos dez jogos que ainda nos restam na competição", sintetizou o atacante, ainda no vestiário do estádio do Pacaembu, no sábado.Bem mais realista, o técnico Tite se espelha nos altos e baixos que o time teve no Brasileiro. O Corinthians já esteve por nove vezes próximo do grupo de seis, mas acabou sucumbindo na hora em que a torcida mais esperava da equipe. Na prática, a verdade é que o time acaba perdendo nos momentos de decisão. Estaria o grupo tremendo na hora de decidir? Tite tem absoluta certeza que não. "Se tremesse, esse grupo não teria conseguido sair de uma situação delicada no Campeonato Brasileiro, na zona do rebaixamento, para as primeiras posições da competição", assinala o treinador.Depois de passar a semana se aprimorando em Porto Feliz, Tite esperava um desempenho bem superior da equipe no jogo de sábado, contra o Coritiba.O treinador apostava numa resposta mais positiva principalmente do ataque, que voltou a falhar. Jô, Alberto (que saiu machucado logo nos primeiros minutos) e o próprio Alessandro, que entrou no segundo tempo, mostraram que não são talhados para a função de ?matador? da equipe.Óbvio que Tite não vai sair por aí dizendo que o time precisa de um definidor. Nos bastidores, porém, o técnico já avisou: se ficar no Parque São Jorge, em 2005, a contratação prioritária será a de um jogador de área.Os preferidos do técnico são Washington, do Atlético-PR, ou até mesmo Luizão, que chegou a se reunir com o presidente Alberto Dualib e mostrou-se disposto a discutir um acordo para retirar a ação que move na Justiça do Trabalho contra o clube.

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