Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians
Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians

Corinthians não avança em negociação com a Caixa e pode jogar sem patrocínio

Clube espera renovar o acordo nos padrões atuais, em que recebe R$ 30 milhões por ano

O Estado de S.Paulo

12 de abril de 2017 | 09h52

Acaba nesta quarta-feira o contrato de patrocínio master entre Corinthians e Caixa Econômica Federal. Clube e banco ainda negociam renovação e as marcas da empresa podem ser retiradas da camisa do alvinegro e do CT Joaquim Grava, assim como aconteceu antes do acordo firmado no ano passado.

O Corinthians defende um acordo semelhante ao atual, em que recebe R$ 30 milhões pelo período de uma temporada. Os valores são relativos apenas para a exppsição na parte frontal da camisa. No dorso, o time fechou recentemente um contrato com a empresa de celulares Alcatel, que rende outros R$ 4,5 milhões aos seus cofres.

"Está para vencer nos próximos dias e estamos aguardando a Caixa responder. O Corinthians já colocou o que quer e agora estamos aguardando. Não tem nenhuma reunião marcada e isso deve ser resolvido por e-mail", disse o presidente do Corinthians Roberto de Andrade ao jornal Lance!.

Quem comentou sobre o assunto foi o diretor de marketing do clube, Fernando Salles. Para ele, a maior dificuldade nas negociações é conseguir a liberação da Caixa para criar produtos ligados ao Corinthians com outros bancos, como cartões de crédito e de débito. Outro pedido da entidade é fazer um vínculo apenas até dezembro, para padronizar todos seus contratos com times de futebol.

"A maior preocupação não é com a parte financeira, é com outros ativos. São propriedades que a Caixa está vetando em parcerias com outras instituições, e nós estamos tentando liberar", explicou.

Parceira do Corinthians desde 2012, a Caixa fechou há semanas contrato com o Santos que deve atingir os R$ 16 milhões.

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