José Patrício/Estadão
José Patrício/Estadão

Corinthians não teme efeito Tolima em nova pré-Libertadores

Jogadores garantem que aprenderam com o vexame de 2011 e não vão repetir a queda na fase prévia diante de outro rival colombiano

Fábio Hecico, O Estado de S. Paulo

08 de dezembro de 2014 | 07h00

A pré-Libertadores não assusta o Corinthians. Vacinado após vexame diante do Tolima em 2011, o time garante que está pronto para deixar um rival colombiano no duelo mata-mata do início de fevereiro e integrar o "grupo da morte."

"Ali (Tolima) foi uma mudança, os títulos provaram o quanto a equipe amadureceu, o Tite falava isso. Já aprendemos com isso. É alertar desde já, descansar 30 dias, para irmos à fase de grupos", afirma o lateral-esquerdo Fábio Santos, que na época estava chegando ao clube e entrou "na fogueira" no segundo jogo com a ausência de Roberto Carlos. "Vamos jogar essa pré-Libertadores e classificar."

Como em 2011, o Corinthians faz o jogo de ida em casa. Joga dia 4 na arena em Itaquera, e uma semana depois define sua sorte na competição em solo colombiano. A diferença que os jogadores pregam agora é levar uma boa vantagem na mala. Na época da eliminação, o time ficou no 0 a 0 no Pacaembu.

Do atual elenco, além do lateral, o volante Ralf e o meia Danilo também jogaram naquela eliminatória. Portanto, será uma experiência nova para a maioria do grupo. Mesmo assim, todos só pensam no grupo com São Paulo, San Lorenzo e Danúbio.

"Não é pré-Libertadores, é Libertadores. Teremos um jogo logo no começo do ano, contra um time colombiano, e vamos vencer. Não vou pensar lá na frente, mas só no próximo jogo", endossa o volante Elias, confiante. "Se Deus quiser vai dar tudo certo e estou pronto para a Libertadores. Vai ser a minha primeira", diz o jovem atacante Malcom.

Enquanto os companheiros pensam na fase prévia, o meia Petros exagera e fala até em deixar o São Paulo pelo caminho. "Já ganhamos deles (São Paulo), é um rival, mas isso aqui é Corinthians. Se tiver pré, vamos passar. Tem a fase de grupo super difícil? Vamos passar. Assim é o futebol."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.