Corinthians pretende lançar camisas a preços populares

Nike admite que prepara linha de produtos mais baratos; camisa, por exemplo, custará menos de R$ 150,00

Marili Ribeiro, O Estado de S. Paulo

19 de fevereiro de 2008 | 20h49

Se depender da criatividade dos homens de marketing envolvidos com o Corinthians, o clube vai se recuperar financeiramente com bastante rapidez. Idéias não faltam e algumas delas serão anunciadas nesta quarta-feira pelos dirigentes, em evento em São Paulo. Veja também: Lulinha não se sente pressionado com chegada de Rincón Entre as idéias que serão apresentadas nesta quarta-feira deverá estar o lançamento de camisas a preços populares. A Nike admitiu que prepara uma linha de produtos mais baratos. A camisa, por exemplo, vai custar menos do que os R$ 150,00 cobrados pelo produto disponível hoje nas lojas.  Patrocinadora do Corinthians, a Medial Saúde negocia um plano especifico para o torcedor corintiano. Razão para tal não vai faltar, a se considerar as fortes emoções que estão por vir, principalmente na Série B do Campeonato Brasileiro. Há também propostas de descontos para quem assinar pacotes de TV por assinatura oferecidos pela NET. Sem contar a entrada no ar da Timão TV, que vai transmitir ao vivo o que ocorre nos bastidores, nos vestiários e até nos treinos do time - para isso, bastará acessar o portal do Corinthians na internet. Toda essa movimentação tem à frente o economista, consultor e torcedor fanático Luiz Paulo Rosenberg, atual vice-presidente de marketing do Corinthians. O executivo juntou um time de notáveis torcedores, com vários publicitários, para desenvolver iniciativas rentáveis. Entre elas está a adoção, pela torcida corintiana, de uma marca de cerveja e de refrigerante. Porém, consultadas, três das quatro grandes cervejarias não mostram interesse no projeto, alegando que atrelar suas marcas ao Corinthians poderia prejudicar as vendas, já que há altos índices de rejeição pelos adeptos de outras torcidas.  Outra objetivo do Corinthians é renegociar os direitos de transmissão dos jogos da Série B do Brasileiro, que pertencem à Rede Globo. A ambição de Rosenberg é obter R$ 100 milhões em um novo acordo. Consultada, a emissora mandou informar que "tem os diretos de transmissão da Série B até 2010 e, portanto, não tem o que negociar".

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