Daniel Teixeira/Estadão - Arquivo
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Corinthians reduz a folha salarial em R$ 510 mil por mês

Clube corta custos ao negociar atletas como Ibson, Alexandre Pato e Douglas

Vítor Marques, O Estado de S.Paulo

12 de fevereiro de 2014 | 05h00

SÃO PAULO - A reformulação no elenco do Corinthians já gerou uma economia mensal de R$ 510 mil, pouco mais de R$ 6 milhões por ano, ao departamento de futebol. Isso representa, segundo o diretor Ronaldo Ximenes, uma economia de aproximadamente 6% na folha salarial do clube.

Os R$ 510 mil são salários que o clube deixou de pagar com a saída de jogadores. Ibson, que ganhava R$ 200 mil, teve o contrato rescindido e foi para o Bologna. Vítor Júnior, que ganhava R$ 60 mil, foi emprestado para o Figueirense.

O clube também economizou com a saída de Douglas, que recebia R$ 300 mil. Mas neste caso o Corinthians ainda pagará R$ 150 mil para ele jogar no Vasco até dezembro.

A troca de Alexandre Pato por Jadson representou um alívio financeiro de R$ 100 mil por mês. Pato vai ganhar R$ 800 mil no São Paulo, R$ 400 mil pagos pelo Corinthians, que ainda arca com R$ 300 mil do salário de Jadson. O ex-são paulino já treina com o elenco e deve ser apresentado nesta quarta-feira.

No início do ano, a folha salarial do Corinthians girava em torno de R$ 8 milhões por mês. A ideia da diretoria é reduzir esse valor trocando “medalhões” por jogadores menos badalados, como por exemplo Uendel e Bruno Henrique – que foi apresentado nesta terça-feira.

“Os jogadores que estavam no clube tinham qualidade, mas precisávamos oxigenar o elenco”, disse Ximenes. “Faremos o que for necessário para renovar o time.”

A redução na folha salarial poderia ser maior se Emerson Sheik tivesse sido negociado. Segundo o dirigente, Sheik, com contrato até junho de 2015, continua no planos após a saída de Alexandre Pato.

INVASÃO

O Corinthians rebateu a versão da Polícia Militar de que o clube teria aberto as portas do CT para os torcedores no dia da invasão. “Todos viram o que aconteceu”, disse Ximenes. “Houve invasão e violência.”

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