Corinthians reforça segurança de Ailton na volta à capital

Time desembarca em São Paulo com 12 seguranças e mais oito policiais; meio-campo Ailton é o mais protegido

Cosme Rímoli, Jornal da Tarde

22 de outubro de 2007 | 19h45

Vale tudo para tentar salvar o Corinthians do rebaixamento. Por tudo isso, 12 seguranças e mais oito policiais protegiam aos jogadores em Cumbica, onde o time desembarcou, nesta segunda-feira, após a derrota para o Náutico, por 1 a 0, no domingo. O receio era que torcedores tentassem agredir alguém do time. O mais truculento dos seguranças grudou em Aílton,autor do pênalti que custou a derrota.Veja também:  Lula recebe presidente do Corinthians e camisa de Basílio  Corinthians precisa de 11 pontos para não cair, diz NelsinhoO meia fez um desabafo. "Hoje eu sou o mau do filme, vamos ver no domingo que vem", declarou. "Quando o time precisou, eu ajudei. Mas hoje alguém precisa ser o culpado." O atacante Finazzi era um dos mais abatidos. "Não dá para esconder a verdade: o rebaixamento é uma realidade. Estamos correndo sério risco", admitiu o camisa 9. " Independentemente das partidas dos outros times, temos que fazer o nosso resultado. E não estamos conseguindo", desabafou.O atacante estava tão tenso para explicar o momento que viu uma conspiração da arbitragem para derrubar o time. "Todo mundo quer o Corinthians na Segunda Divisão", acusou. "O juiz marcou um pênalti inexistente contra o Náutico. Em toda partida há mais de dez lances iguais ao do Aílton".Betão, capitão do time, optou pelo caminho da serenidade. "Não adianta reclamar. Nós precisamos de resultados e eles não estão vindo", disse. "Temos de nos concentrar e ganhar as partidas que faltam."Após o desembarque, ficou claro que a presença dos seguranças e dos policiais era desnecessária. Nenhum jogador foi hostilizado. A Gaviões da Fiel, maior torcida uniformizada do clube, não compareceu.

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