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Corinthians: reforços, só em novembro

As pratas da casa vão continuar em alta no Parque São Jorge. Para o diretor de futebol do Corinthians, Paulo Angioni, a prova de que não há motivos para o clube sair desesperadamente atrás de reforços está sendo dada pelos jovens garotos do elenco. "Muitos vieram há pouco das categorias de base e já são titulares, e outros brigam por posição", disse. Com este perfil, o técnico Tite vem utilizando regularmente os alas Edson, Coelho e Fininho, o zagueiro Betão, o volante Wendel e o atacante Jô. Angioni deixa claro no entanto, que a intenção da diretoria não é repetir o que se viu no Corinthians de 2003, quando quase a totalidade do time titular era formada por garotos semi profissionais. "É preciso ter bom senso. A dificuldade é exatamente esta: dosar experiência com juventude." O dirigente admite que o time precisa de contratações, mas acha que ainda não chegou o momento para começar a procurar jogadores em outros clubes. "Isso só deve ocorrer na segunda quinzena de novembro, a partir do dia 15. Só então vou me sentar com o Tite e vamos definir o que é necessário para a equipe. Antes não vai haver nada." As milionárias negociações levantadas pela pretendente a parceira Midia Sports Investiment (MSI), grupo de investimentos com sede em Londres, e que há mais de dois meses tenta fechar acordo com o Corinthians, já não fascinam tanto Angioni. "Não vou pensar em nada sem ter dinheiro em caixa. Só trabalho com que tenho em mãos, e essa parceria, até o momento, não existe." A MSI, por meio de seu representante, o iraniano Kia Joorabchian, chegou a prometer ainda para esse ano a formação de um supertime corintiano, com craques de nível internacional. A opinião de Angioni bate de frente com a de Kia. "Não basta apenas trazer bons atletas para o time se tornar bom, tem de haver um equilíbrio de uma série de outros fatores", analisou.

Agencia Estado,

13 de outubro de 2004 | 20h47

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