Corinthians terá força máxima na quinta

O Corinthians terá força máxima para o jogo de quinta-feira contra o Paysandu, às 20h30. Além do retorno do meia Roger, que cumpriu suspensão, o time corintiano volta a atuar no Pacaembu após quase dois meses de punição devido às invasões de campo de seus torcedores no clássico contra o São Paulo. O último jogo com o apoio da torcida no estádio foi na vitória sobre o Figueirense por 2 a 1, dia 22 de maio. Com a volta de Roger, o técnico Márcio Bittencourt deve manter Carlos Alberto entre os titulares, mesmo passando por uma má fase. Com isso, o garoto Rosinei volta para o banco de reservas. A definição de quem joga deve ser resolvida no treino desta terça-feira à tarde. Com 22 pontos e ocupando a quinta colocação do Brasileiro, os jogadores do Corinthians comemoram o bom momento do time. Sebá e Fabrício, principalmente. Os dois voltaram de contusão e puderam atuar alguns minutos no último sábado, na vitória sobre o Paraná por 3 a 2. "O Márcio falou para eu voltar devagar. Mas eu queria fazer minha volta, mesmo que fosse por poucos minutos", disse o zagueiro argentino, que estava com problema no púbis e não jogava desde o dia 4 de maio, quando o Corinthians foi eliminado pelo Figueirense na Copa do Brasil. "Aquele foi meu pior jogo." Contratado para ser titular do time, Sebá sabe que vai ter que trabalhar muito para conseguir este posto, ainda mais com as boas atuações de Betão e Marinho, autor de um dos gols no último jogo. "Depois de dois meses e meio parado eu sei que não vou voltar como titular. Mas estou treinando muito bem e vou trabalhar para isso", confessou o jogador, que está fazendo sessões de fisioterapia para que o problema no púbis não volte a aparecer. A condição de Fabrício é um pouco mais complicada. O atleta tem vínculo com o Corinthians até setembro, mas ainda não renovou seu contrato. "Se depender de mim já assino hoje. Mas preciso entrar em acordo também com meu empresário, que tem 50% do meu passe." Demonstrando claro desejo de permanecer no Corinthians, Fabrício reconhece a dificuldade de conseguir uma vaga em um time já entrosado - ganhou sete dos nove jogos sob o comando de Márcio Bittencourt. "Por um lado é bom entrar em time que está entrosado. Mas também é difícil porque está todo mundo jogando bem. Como o técnico vai mexer em time que está ganhando?", indagou o jogador, para responder logo depois. " Mas eu confio no meu futebol e se o treinador quiser me colocar...", riu.

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