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Corinthians terá patrocínio da Samsung

O Corinthians fechou o maior contrato de patrocínio de camisa da história do futebol brasileiro. Kia Joorabchian, presidente da MSI, está na Inglaterra, onde definiu os últimos detalhes e as bases do acordo com a Samsung Eletronics: US$ 6,5 milhões por ano - mais de R$ 15 milhões. A assinatura ocorrerá até o fim da semana e Kia vai fazer o anúncio oficial assim que retornar para o Brasil.O vínculo já foi concretizado, apesar de faltarem pequenos acertos. A Agência Estado apurou que a Samsung estampará seu nome na camisa do Corinthians por dois anos, com prioridade para renovação. O valor é, de longe, o maior conseguido por um clube do País. Atualmente, o Flamengo é o que mais fatura com seu patrocinador, a Petrobrás: R$ 12 milhões. O São Paulo vem em seguida com os R$ 8 milhões que recebe da LG Eletronics.Os corintianos alcançam importante evolução com o novo acordo. A Pepsi, parceira até janeiro, mês em que o contrato foi rescindido, pagava R$ 7 milhões/ano. Depois de dispensar a fábrica de refrigerantes, Kia disse que só assinaria contrato com uma empresa que valorizasse bastante a camisa alvinegra. Após cinco meses alcançou o objetivo.Embora a Samsung seja uma multinacional sul-coreana, as negociações com Kia ocorrem em Londres, pois o acerto é com a Samsung Internacional. A companhia pagará em dólar. Isso significa que, se o valor da moeda voltar a subir, a MSI faturará ainda mais que os R$ 15 milhões de hoje. O dinheiro ficará integralmente para a parceira do Corinthians, conforme previsto no contrato firmado com o clube no fim do ano passado.A Samsung, que comercializa produtos eletrônicos como tevês digitais, foi fundada em 1969 na Coréia e vem crescendo a cada ano. O grupo é forte concorrente da LG, que tem vínculo com o São Paulo apenas até dezembro. Os são-paulinos, por sinal, festejam o novo patrocínio do rival de Parque São Jorge. Acreditam que, assim, terão mais motivos para pedir alto na próxima negociação. Acham que, com a classificação do time para o Mundial no Japão, em dezembro, e a Libertadores de 2006, podem chegar a R$ 20 milhões por ano.

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