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Corinthians vai jogar com força máxima

Com a liberação de Javier Mascherano para o clássico contra o Palmeiras, o Corinthians entra em campo domingo com o time mais ?galáctico? do ano: são sete jogadores contratados pela MSI. Milhões em salários, mas futebol que ainda tem muito a provar. Pode ser domingo o início da virada. "O time está completo, força máxima, trabalhamos muito durante a semana para ter um resultado positivo. Estou tranqüilo e sei que os jogadores também estão", disse o técnico Márcio Bittencourt, que vem de duas derrotas no Campeonato Brasileiro e pode perder o cargo em caso de novo tropeço. Apenas o goleiro Fábio Costa, Betão, Edson e Jô (ou Bobô) estavam no clube antes do início da parceria. O restante foi contratado por Kia Joorabchian, alguns a peso de ouro. Do meio para frente, só reforços da MSI: Marcelo Mattos, volante mais recuado, Mascherano, mais avançado; no meio, Roger e Carlos Alberto (que estava fora do time, cumpria suspensão); na frente, Jô e Bobô brigam por uma vaga ao lado da estrela maior, Carlos Tevez, que retorna à equipe após sua passagem pela seleção argentina. Carlos Alberto acha que o grupo está afinado e tem tudo para fazer uma partida irretocável. "Com o Mascherano, o grupo que já era bom fica melhor ainda, vai ser um grande jogo", espera. O meia aproveitou e defendeu o treinador Márcio. "Não acredito que ele esteja ameaçado, todo mundo aqui torce por ele. Nós, jogadores, estamos dispostos a correr e dar a alma em campo por ele." O técnico, por sua vez, mistura resignação com otimismo. Ao comentar a declaração de quarta-feira do presidente do Corinthians, Alberto Dualib, que deu a entender que a derrota poderia significar a demissão do treinador, Márcio comentou: "Respeito bastante a diretoria e tenho uma dívida (de gratidão) com o sr. Dualib". Alguns minutos depois, porém, pensou positivo: "Não me sinto ameaçado, sei do potencial desse time e acredito no meu trabalho. Mas sei que o clássico é um divisor de águas." Um incentivo extra lembrado pelo treinador é o reencontro com os torcedores, impedidos, por punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, de ver a equipe nas duas últimas partidas em que o Corinthians deteve o mando de campo, diante de Flamengo e Fluminense. "Corinthians e Palmeiras sem torcida não teria graça, né." Márcio falou bem do seu e do time comandado por Paulo Bonamigo. "Terá grandes jogadores dos dois lados de campo", justificou.Por isso, vislumbra um confronto emocionante no Morumbi. "O Palmeiras não terá o Juninho, mas sei que quem entrar vai jogar muito, todo mundo se sente motivado num Corinthians e Palmeiras. Não há favoritos."

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