Corintianos acreditam em duelo difícil contra o Oeste nas quartas

Autor do gol contra Santo André, Edno lembra que sistema de mata-mata é sempre perigoso

AE, Agência Estado

17 de abril de 2011 | 19h33

SÃO PAULO - Como já estava classificado para a próxima fase do Paulistão, o Corinthians mandou a campo em Santo André um time reserva. Demonstração de que havia pouco interesse em ficar em terceiro? Não para os jogadores que entraram, deram a vitória ao time alvinegro e garantiram um chaveamento teoricamente melhor nas quartas de final.

Na próxima etapa do estadual, o Corinthians terá pela frente o Oeste. Se não tivesse vencido, pegaria a Ponte Preta, que venceu três dos grandes - inclusive o Corinthians - e empatou com o Santos.

Para Edno, autor do segundo gol corintiano, o adversário pouco importa. "Eu fico feliz (pelo gol), mas acho que tanto Ponte Preta como Oeste seriam difíceis. Vamos trabalhar duro essa semana porque agora é mata-mata", declarou o atacante, que comemorou a chance e a boa atuação: "Todos os companheiros vêm trabalhando. Nunca me queixei, venho trabalhando. Fico feliz com a oportunidade que o professor (Tite) me deu, não só pelo gol, mas também por ajudar a equipe na marcação", disse Edno.

Paulo André, que voltou de lesão após seis meses e marcou o gol que abriu o placar para a vitória, elogiou o adversário da próxima fase. "O Oeste é uma boa equipe, se classificou em sexto. Espero que a gente possa manter o ritmo e ir para as semifinais", disse o corintiano.

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