Corintianos esperam chance na seleção

A fase áurea que o Corinthians vive vai abrir as portas da seleção brasileira para vários jogadores. Pelo menos esse é o pensamento dos próprios corintianos. Além de estarem jogando bem, contam com um aliado importante. Trata-se do técnico Carlos Alberto Parreira, que trabalhou no Parque São Jorge, no ano passado, e não esconde a admiração pelo futebol do atacante Gil, do volante Vampeta e do zagueiro Fábio Luciano.Além dos três, outros jogadores, como Liedson e Jorge Wagner, surgem como bons candidatos. ?Meu objetivo é chegar à seleção e, se o Parreira precisar de mim, estarei à disposição?, disse Gil, um dos destaques do título paulista. O atacante já havia aparecido bem em 2002, nas conquistas da Copa do Brasil e do Rio-São Paulo.Vampeta, sempre irreverante, afirmou que ?ganhou tudo desde 1997? e, embora tenha experiência e um título mundial com a seleção brasileira, no ano passado, na Ásia, ainda pensa em voltar a trabalhar com Parreira. Mas avisa. Antes quer carregar o troféu da Libertadores com o Corinthians. ?É o único título que me falta.?Embora o elenco corintiano seja badalado, a folha de pagamento sofreu considerável redução desde 2001. ?Precisávamos nos adaptar ao momento do futebol brasileiro?, explicou o vice-presidente de futebol do clube, Antônio Roque Citadini. Caiu de cerca de R$ 2,5 para R$ 1,5 milhão, ou menos da metade da folha do São Paulo, adversário na final do Paulista. ?Hoje , temos a melhor logística, a melhor estrutura do Brasil.?Os jogadores dividirão R$ 600 mil de prêmio por terem sido campeões paulistas, mas ainda não há prazo para que o pagamento seja feito. O Corinthians, embora esteja equilibrado financeiramente, precisa receber o dinheiro da televisão para arcar com essas despesas extras. A diretoria ainda deve parte da premiação da Copa do Brasil de 2002 ? aproximadamente 20%.

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