Divulgação
Divulgação

Coritiba e Atlético-PR selam a paz antes de clássico paranaense

Atle-tiba lança campanha 'Sempre rivais, nunca inimigo', propõe volta da antiga copa Sul-Minas e fortalecimento do futebol paranaense

Estadão Conteúdo

19 de fevereiro de 2015 | 19h49

Presidentes, técnicos e capitães de Atlético-PR e Coritiba concederam entrevista coletiva nesta quinta-feira, no Couto Pereira, em demonstração de união dos dois maiores rivais do futebol paranaense três dias antes do clássico de domingo, na casa alviverde, pelo Estadual. Será o primeiro confronto depois da abolição da regra da torcida única e uma campanha foi lançada pela paz: "Sempre rivais, nunca inimigos".

O polêmico presidente do Atlético, Mario Petraglia, deu o braço a torcer em busca da paz entre as duas torcidas e a união dos clubes. "Nos últimos anos tenho sido favorável à torcida única, mas me rendo. Com essa direção atual do Coritiba tenho deixado isso claro, o clube teve a grandeza de nos receber para trabalharmos juntos nesse projeto, uma contribuição pequena para a gente faça desse jogo, que é o maior clássico do nosso futebol, uma partida de paz."

O discurso de Petraglia, e também do presidente do Coritiba, Rogério Bacellar, recentemente empossado, foi de união por um futebol paranaense mais forte. Eles citaram o crescimento dos grandes clubes de Rio Grande do Sul e Minas Gerais e sugeriram retomar as conversas para a reedição da antiga Copa Sul-Minas, que envolvia os três estados, mais Santa Catarina.

A promessa é de que a recente aproximação entre Coritiba e Atlético-PR (ambos patrocinados pela Caixa e pela TIM, o que facilitou a realização do evento desta quinta) também envolva o Paraná Clube. Na semana passada, um dirigente paranista afirmou que o clube deve fechar até o fim do ano porque não tem condições financeiras de seguir existindo.

Até aqui, as questões relativas à paz nos estádios têm dominado os estaduais. Em São Paulo, a partida entre Palmeiras e Corinthians, no Allianz Parque, por pouco não ocorreu com torcida apenas dos mandantes. O clube alvinegro ameaçou não entrar em campo se o jogo tivesse torcida única. Antes da partida, palmeirenses entraram em choque com a Polícia Militar.

No Rio Grande do Sul, o Gre-Nal, no Beira-Rio, vai ter um setor de torcida mista, com a presença de gremistas e colorados. Já no Rio, o Vasco se negou a ver seus torcedores em setor diferente do habitual no Maracanã e o por isso o clássico contra o Fluminense será no Engenhão.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolCoritibaAtlético-PRAtletiba

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.