Arquivo/Estadão
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Corpo do ex-zagueiro Bellini é velado no salão nobre do Morumbi

Capitão brasileiro no primeiro Mundial, em 1958, ele faleceu na quinta por causa de Mal de Alzheimer

O Estado de S. Paulo

21 de março de 2014 | 09h41

SÃO PAULO - Amigos, parentes e fãs dão o último adeus ao ex-zagueiro Bellini no estádio do Morumbi. Morto na quinta-feira aos 83 anos, após complicações do Mal de Alzzheimer, o capitão brasileiro da primeira conquista mundial, em 1958, está sendo velado no salão nobre do estádio, onde permanecerá até 15 horas, antes de se dirigir para Itapira, sua cidade natal, onde será enterrado neste sábado pela manhã.

Bellini foi bicampeão mundial pela seleção brasileira e jogou por sete anos no São Paulo (entre 1962 e 68). Antes, havia defendido, com maestria, o Vasco (por 11 anos) e ainda jogou no Atlético-PR, além de clubes pequenos. Ele se destacou por ser o primeiro capitão de uma seleção a comemorar o título erguendo a taça sobre a cabeça. O gesto agora é repetido por todos após as conquistas.

Hideraldo Luís Bellini estava internado desde o dia 18 de março no Hospital Nove de Julho e não resistiu aos problemas respiratórios. Ele deixa mulher e filhos.

"O grande capitão. Essa é a marca do Bellini. Não só morre um atleta respeitado no mundo todo pela conquista inédita da Copa de 1958, mas um jogador que fez história e deixará saudades em todas as equipes onde passara. Apesar de inúmeros títulos, Bellini será lembrado sempre por ter sido o grande capitão do Brasil", afirmou o presidente são-paulino, Juvenal Juvêncio, que fez questão de levar o corpo do jogador para ser velado no Morumbi.

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