Luis Acosta/AFP
Luis Acosta/AFP

Cortado em 2014, Muriel vê Colômbia mais forte: 'Vamos além das quartas'

Atacante de 27 anos não foi levado para o Mundial do Brasil e acredita em voos mais altos na Rússia

Estadão Conteúdo

17 Junho 2018 | 12h34

O atacante colombiano Luis Muriel acredita que sua seleção pode ir além das quartas de final na Copa do Mundo. Em entrevista coletiva deste domingo, ele disse que a equipe tem tudo para fazer sua melhor participação em Mundiais.

+ Zagueiro da Bélgica diz que tropeço contra o Panamá 'iniciaria uma crise'

+ "Fantástico", diz técnico islandês após empate com a Argentina

+ Resumo da Copa do Mundo: confira tudo sobre o dia na Rússia

A Colômbia caiu nas quartas de final na Copa de 2014 ao ser eliminado pelo Brasil. O duelo ficou marcado pela joelhada do zagueiro Zuñiga em Neymar, que tirou o craque brasileiro da disputa. Depois, veio o 7 a 1.

"Temos que ir mais longe do que fomos no Brasil. Acredito que o time tem habilidade e capacidade para conseguir isso", declarou o jogador de 27 anos. "Claro que nosso mantra é pensar jogo a jogo e manter nossa essência", prosseguiu.

O primeiro duelo na Rússia será contra o Japão, na próxima terça-feira, às 9h (de Brasília), em Saransk, pelo Grupo H. A seleção colombiana está treinando em Kazan e viajará nesta segunda-feira para o local da partida.

 

Os colombianos guardam boas recordações de enfrentar os japoneses em Copas do Mundo. No Brasil, no último jogo da primeira fase, a seleção sul-americana garantiu a liderança do Grupo C ao golear os asiáticos por 4 a 1.

Muriel, que foi cortado na última lista antes da Copa de 2014, evitou comparações com o encontro anterior e prevê agora um jogo complicado na estreia. "A Colômbia antes de mais nada não pode menosprezar nem subestimar seus rivais, porque estaríamos cometendo um grande erro. A concentração é fundamental para não perder o rumo e a confiança", pediu.

O atacante colombiano chega em 2018 com a experiência de ter passado por grandes clubes na Europa. Revelado pelo Deportivo Cali em 2009, ele foi transferido para a Udinese em 2010. O jogador logo de cara foi emprestado para o Granada no mesmo ano e na temporada seguinte foi para o Lecce. Voltou para a Udinese em 2012, onde permaneceu até 2015, quando acertou com a Sampdoria. Em 2017, foi jogar pelo Sevilla.

Sobre o duelo de terça-feira, ele analisou os pontos fortes do Japão. "A principal deles, como todo time asiático, está na rapidez com que fazem a transição. Eles conseguem rapidamente sair da defesa para o ataque. E também se recompõe defensivamente muito rápido também", analisou.

Para quebrar o ritmo dos japoneses, o atacante colombiano pede que seu time aposte na velocidade. "Temos que fazer jogadas rápidas e, sempre que possível, buscar o contra-ataque para tentar surpreendê-los", sugeriu.

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.