Thierry Gouegnon/Reuters
Thierry Gouegnon/Reuters

Costa do Marfim aceita adiamento e só sediará Copa Africana de Nações em 2023

País deveria sediar o torneio em 2021, mas problema com a organização deste ano obrigou confederação a reestruturar próximas edições

Redação, Estadão Conteúdo

30 de janeiro de 2019 | 17h25

A Costa do Marfim será sede da Copa Africana de Nações em 2023, e não mais em 2021. O país aceitou o pedido da confederação de futebol do continente (CAF) para postergar a chance de organizar o torneio após encontro do presidente nacional, Alassane Ouattara, com dirigentes da entidade.

A aceitação dos marfinenses beneficia o plano da CAF de reorganizar as sedes das próximas edições da Copa Africana de Nações. Depois de tirar o torneio deste ano de Camarões por problemas na organização - Egito o substituirá -, a entidade quer "recompensar" o país dando-lhe a oportunidade de sediá-lo em 2021.

A tendência, agora, é que Camarões seja confirmado como sede da Copa Africana em dois anos, enquanto a Costa do Marfim vai receber o torneio em 2023, no lugar de Guiné, que deve esperar mais dois anos para ser sede, na edição de 2025.

Assim, a CAF deve evitar qualquer repercussão legal com os marfinenses, que haviam se revoltado com a possibilidade de perder o direito de sediar a Copa Africana de 2021 sem sequer serem consultados. Nos próximos dois anos, Camarões deve ter o tempo necessário para reparar os problemas estruturais que impediram o país de receber o torneio este ano.

 

 

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