Costa-riquenhos celebram campanha histórica, mas não têm ingressos para as oitavas de final

Com futuros distintos, seleções cumprem tabela no Mineirão

Sergio Torres e Vítor Marques - Enviados especiais a Belo Horizonte, O Estado de S. Paulo

24 de junho de 2014 | 11h57

England, go home!, comemoram os costa-riquenhos numa cena inimaginável há duas semanas quando a Copa começou. Às 13 horas desta terça-feira, as duas seleções se enfrentam pela última rodada do grupo D no Mineirão. E quem já está fora no grupo da morte é a Inglaterra, eliminada por antecipação.

"A verdade é que não imaginávamos isso. Pensava que conseguiríamos um empate ou talvez uma vitória por 1 a 0 na primeira fase", disse Pablo Lopez. "Queremos chegar às quartas de final e fazer história." As quartas de final são um objetivo real porque os prováveis adversários dos costa-riquenhos nas oitavas são Colômbia e Costa do Marfim. Nenhum rival que assusta para quem venceu Itália e Uruguai.

O torcedor Roberto Fernandez segura uma bandeira da Costa Rica autografada por jogadores da seleção como o atacante Bryan Ruiz e por torcedores de outros países que, segundo ele, também torcem por sua seleção. "Esta é seguramente a melhor seleção da história da Costa Rica, com todo respeito àquela de 90. Está é mais jovem, temos bons atacantes e um bom goleiro."

Em comum, Lopez, que havia comprado ingressos para os três jogos da primeira fase, e Fernandez não assistirão o jogo das oitavas de final. Eles não tem ingresso, porque, como a maioria dos costa-riquenhos, eles não pensavam que sua seleção pudesse ir longe no Mundial.  

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