Juan Herrero/EFE
Juan Herrero/EFE

Costarriquenhos relatam tristeza, mas tentam 'virar a chave' após eliminação

Seleção da América Central vai lutar por vitória de honra na última rodada da fase de grupos, contra a Suíça

Estadão Conteúdo

23 Junho 2018 | 17h14

A Costa Rica segurou o Brasil por mais de 90 minutos na última sexta-feira, mas os dois gols sofridos nos acréscimos e a derrota por 2 a 0 resultaram na eliminação da equipe da Copa do Mundo com uma rodada de antecipação. Como era de se esperar, o clima era de decepção no vestiário costarriquenho após o apito final.

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"Depois da partida, teve muito silêncio no vestiário. É muito difícil viver um momento assim, mas a partir de hoje devemos pensar no último jogo, treinar 100%, melhorar as coisas que podemos mudar e seguir adiante", declarou o lateral-esquerdo Bryan Oviedo neste sábado.

O volante Yeltsin Tejeda foi outro a falar após o treino sobre a tristeza pela queda antecipada. "Estamos tristes, foi uma noite e um dia longos, foi apenas ontem a partida e nos custou digerir a derrota. Agora, o que nos resta é sair e tratar de lavar o rosto e virar a chave."

Os jogadores lamentaram a má impressão deixada na Rússia após a Costa Rica surpreender o mundo em 2014, no Brasil. Na ocasião, chegou às quartas de final e caiu para a Holanda nos pênaltis. Os próprios costarriquenhos mostraram incômodo com as comparações com aquela equipe.

 

"Muita gente nos compara com a seleção que foi ao Brasil, e a diferença é que naquele momento, as chances criadas foram concretizadas, e desta vez não", considerou Oviedo. "Queríamos mostrar que não foi uma casualidade o que aconteceu há quatro anos e que estamos aqui com méritos. Tratamos de dar tudo, agora não podemos vir e dizer que faltou uma coisa ou outra", considerou Tejeda.

Os jogadores também ressaltaram a necessidade de deixar uma melhor impressão na despedida. Para isso, sonham com uma vitória sobre a Suíça na última rodada do grupo, quarta que vem, em Nijni Novgorod.

 

 

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