CPI: Farah se defende das acusações

Dos 17 dirigentes e profissionais do futebol citados no relatório da CPI, que será encaminhado ao Ministério Público, o presidente licenciado da FPF, Eduardo José Farah, foi o primeiro a tomar a iniciativa de se defender, antes mesmo de um eventual indiciamento. Entre as acusações que pesam sobre ele, Farah concentrou a defesa nas três principais: evasão de divisas, apropriação indébita e sonegação fiscal.Munido de um calhamaço de documentos, o dirigente explicou ontem, em um almoço na sede da federação, a origem do depósito (citado pela CPI) de R$ 163 mil na sua conta bancária particular feito pela FPF, cujo valor verdadeiro é de R$ 194.554,91. Justificou os lucros da Federação na operação de compra e venda do jogador polonês Piekarski, adquirido pela entidade e negociado com o Bastia, da França. E, por fim, apresentou documentos oficiais, comprovando que o dinheiro da FPF fora do País é produto da última parcela recebida do Bastia, com o pagamento de impostos e taxas oficiais ao governo brasileiro.Leia mais no Jornal da Tarde

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