CPI: mais quebra de sigilos bancários

A CPI do Futebol votou, esta noite, uma série de requerimentos de quebra de sigilos bancários, pedidos de informações e convocação de empresários, ex-dirigentes do Vasco, entre outros. Foram convocados o ex-presidente da CPI, na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, deputado José Francisco Veloso, que analisou evasão de rendas nos estádios, em 1994; o ex-vice-presidente administrativo do Vasco da Gama, Mário Cupelo; o funcionário, Aremitas José de Lima, que trabalhou no Departamento de Futebol do Vasco, para que explique as razões que levaram a Vasco Licenciamento a depositar em sua conta- bancária a importância de R$ 2,03 milhões. Outro requerimento, convoca o ex-presidente do Vasco, Antonio Soares Calçada e os empresários Danilo Henrique de Almeida e Dilson Henrique de Almeida, sócios na GTI, Agência de Viagens. A CPI decidiu, também, quebrar os sigilos, "para efeito de rastreamento", do cheque administrativo, emitido em favor do Vasco da Gama, no valor de US$ 110 mil, e que teria sido trocado no câmbio paralelo. Em outra decisão, ficou quebrado o sigilo, também "para efeito de rastreamento", do cheque administrativo, no valor de R$ 400 mil, emitido pelo Banco Stock S/A, pago a Wanderley Luxemburgo, em julho de 1998, que teria sido emitido para pagamento de parte do apartamento que o ex-técnico da Seleção Brasileira vendeu ao Barlride Properties Ltd., em Nassau, nas ilhas Bahamas. A CPI decidiu pedir à Companhia de Valores Mobiliários informações sobre diligências realizadas pela CVM na Vasco Licenciamento.

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