CPI quebra sigilos da CBF e de banco

Na quebra de sigilo anunciada pela CPI do Futebol nesta quarta-feira estão empresas do presidente da CBF, Ricardo Teixeira e transações da confederação com o Delta Bank, como os empréstimos tomados pela CBF ao Delta, que totalizam US$ 40 milhões. Ainda sobre a transação da CBF com o Delta Bank, a CPI está solicitando informações do advogado do banco, Roberto Rosas.A CPI também quebrou os sigilos bancários das operações de empréstimo da CBF com o Delta Bank, avalizadas por Teixeira e os negócios de sua empresa Financial Training e o banco Amambaí S/A. Outra empresa de propriedade de Ricardo Teixeira, que teve os sigilos quebrados - fiscal e bancário -, está a Minas Investimentos S/A que, segundo a CPI, realizou negócios com a CBF. Também foram quebrados os sigilos da empresa União Nacional de Empreendimentos. O próximo depoimento na CPI do Futebol será do dirigente Otacilio Ferreira da Costa. Ele depõe nesta quinta-feira (19), quando deve apresentar denúncias contra a administração da Federação Mineira de Futebol.

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