Crac ameaça abandonar a Série C se não puder jogar em casa

A CBF estipula uma capacidade mínima de 10 mil lugares para receber as partidas na fase decisiva

09 de outubro de 2007 | 18h14

O Crac, um dos oito classificados para a fase final da Série C, ameaçou abandonar a competição se não puder mais mandar os jogos em seu estádio, o Genervino Fonseca, em Catalão, no interior de Goiás. A CBF divulgou nesta terça a tabela do octogonal final, e os jogos em casa do Crac estão apontados como "a definir". "Há muita gente contrária à participação do clube", ameaçou o presidente Adib Elias Júnior, que também é prefeito de Catalão.  O problema é que o Regulamento Geral de Competições da CBF estipula uma capacidade mínima de 10 mil lugares para receber os jogos na fase decisiva, capacidade que não seria atendida pelo estádio. Na última vistoria do Corpo de Bombeiros, no entanto, o estádio por liberado para 10.583 espectadores. A CBF ainda vai avalizar o resultado da avaliação antes de confirmar os jogos para a cidade. Os outros dois times goianos da fase final, Atlético e Vila Nova, são da capital Goiânia e mandarão seus jogos no Serra Dourada, o que obrigou a CBF a mexer na tabela para não coincidir com os jogos do Goiás na Série A. A primeira rodada começa neste sábado, com três jogos, e acaba com uma partida isolada no domingo. Barras, do Piauí, e Nacional, da Paraíba, já perderam o mando de campo na fase final. O Barras vai mandar seus jogos no Estádio Alberto Silva, na capital Teresina, a cerca de 175 quilômetros de Barras - distância aproximada que o Nacional terá de percorrer para deixar sua cidade, Patos, e jogar como mandante no Estádio Ernani Sátiro, em Campina Grande.

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